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Times de SP ganham R$ 1,6 bi em 2016. Corinthians lidera com luvas da Globo
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Os quatro grandes clubes de São Paulo ganharam R$ 1,643 bilhão em 2016, um aumento de 43% em relação ao ano anterior. O número consta de estudo da consultoria BDO Sports Management. O Corinthians lidera a arrecadação do Estado, superando o Palmeiras graças às luvas pagas pela TV Globo.

Ressalte-se que o fato de o time corintiano ter ganho mais dinheiro não significa que suas contas estão em melhor estado do que as palmeirenses. Seu superávit foi de um terço dos rivais por excesso de despesa, e a renda recorde só ocorreu por causa de dinheiro extraordinário (luvas e vendas de jogadores).

De qualquer maneira, a boa notícia é que os quatro clubes apresentaram o seu maior superávit conjunto com R$ 175 milhões, sendo mais da metade vindo do Palmeiras. Isso depois de dois anos seguidos de rombos, principalmente nos casos de São Paulo e Corinthians. Assim, a consultoria BDO calculou uma queda de dívida de 4% para os times.

“Depois de oito anos seguidos de alta, o endividamento líquido dos quatro maiores clubes de São Paulo apresentou uma pequena redução no último ano”, explicou o relatório da BDO. No total, os quatro têm dívida líquida de R$ 1,561 bilhão. Veja um resumo de cada um dos quatro clubes segundo números da BDO:

Corinthians

O Corinthians teve R$ 485,5 milhões em receitas operacionais em 2016, quase R$ 200 milhões a mais do que em 2015. Desse total, R$ 80,7 milhões são de luvas da Globo pela assinatura do novo contrato do Brasileiro para 2019. Com isso, o Corinthians somou R$ 230 milhões em receitas de televisão, ou 47% do total. A venda de jogadores (R$ 144 milhões) foi outro fator, mas metade não ficou com o clube por pertencer a parceiros. Seu superávit foi de R$ 31 milhões, evitando o rombo dos dois anos anteriores.

A contabilização das luvas como receitas no ano da assinatura não era recomendado por norma no Conselho de Contabilidade até 2015. Deveria só entrar no ano do contrato. Mas a Apfut (órgão de controle do Profut) tem indicado aos times que façam esse registro na receita a partir deste balanço de 2016. Flamengo e Santos fizeram o mesmo. A norma ainda não está consolidada.

Palmeiras

Bem menos dependente da televisão, o Palmeiras teve uma receita operacional de R$ 468,6 milhões. O levantamento da BDO aponta que 27% das suas rendas vêm de direitos de TV. O clube teve 19% de publicidade e 15% de bilheteria.

Há de se fazer uma ressalva que, se fossem consideradas as receitas financeiras, o Palmeiras teria um total de renda bruta maior do que o do Corinthians. Com essas receitas, o clube atinge R$ 498 milhões. Não por acaso o Palmeiras teve o maior superávit com R$ 89 milhões.

São Paulo

Sua receita ficou longe dos dois rivais da capital com R$ 393,4 milhões, mas apresentou um crescimento de R$ 60 milhões em relação ao ano anterior. Desse total, um terço vem da televisão, 28% de transferências de jogadores e apenas 9% de publicidade.

Seu superávit foi de apenas 800 mil, o menor entre os quatro grandes clubes do Estado. Ressalte-se que pelo menos o clube conseguiu evitar os rombos nos balanços verificados nos dois últimos anos.

Santos

O Santos também contabilizou as luvas do contrato de televisão do Brasileiro-2019 em seu balanço. Por isso teve um salto para R$ 295,8 milhões em relação a 2015 quando sua renda foi de R$ 169,9 milhões. Apesar de ser a menor renda entre os grandes paulistas, obteve um superávit de R$ 54 milhões, inferior apenas ao Palmeiras.

Assim como o Corinthians, o Santos se mostra bastante dependente da receita de televisão com 50% do total vindo dos contratos de direitos de transmissão. Outros 25% vieram de transferências de jogadores.


Ricos, Palmeiras e Fla gastaram juntos R$ 145 mi em contratações em 2016
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Com as maiores receitas do ano passado, Palmeiras e Flamengo turbinaram suas contratações durante a temporada: gastaram um total de R$ 145 milhões. É o que apontam os balanços dos dois clubes já publicados. E esses valores não incluem direitos de imagem, nem atletas que a Crefisa ajudou o time alviverde a contratar.

Para se ter uma ideia do volume de investimento de ambos, o valor é superior ao total gasto por clubes brasileiros em contratações do exterior na janela de transferência desse início de 2017.

Flamengo e Palmeiras são os dois primeiros clubes brasileiros a atingirem o patamar de meio bilhão de reais no ano passado. O clube rubro-negro teve receita de R$ 510 milhões, e o alviverde de R$ 498 milhões. Ambos tiveram superávit e não houve aumento de dívida.

Neste cenário, o Palmeiras investiu R$ 77,7 milhões em contratações de jogadores no mercado. Um aumento de mais de 50% em relação a 2015 quando o total foi de R$ 49,7 milhões. Não estão incluídos no pacote jogadores trazidos pela Crefisa. A parte dos direitos de alguns atletas ainda será paga como o zagueiro Mirna.

O investimento deu resultado já que o time palmeirense acabou campeão brasileiro ao final de 2016. No início deste ano, o clube acelerou ainda mais graças aos aportes da Crefisa que contratou jogadores sem que isso represente gasto para o alviverde.

No caso do Flamengo, o crescimento do investimento foi maior, embora o gasto menor. Foram R$ 67,7 milhões destinados à compra de direitos econômicos de atletas. O salto foi de R$ 82% em relação a 2015 quando o gasto foi de R$ 37,3 milhões.

O time não conquistou título, disputando o Brasileiro com o Palmeiras e ficando na terceira posição. Mas montou uma base sólida para a atual temporada.

A diretoria rubro-negra ainda tem que quitar contratações como Mancuello, Cuellar e Rodinei que foram feitas em parcelas. Por conta desse movimento, os dirigentes rubro-negros já decidiram que vão manter os investimentos no patamar de 2016 sem aumentos para atual temporada.


Depois de dois anos de rombo, São Paulo tem superávit de R$ 1 mi em 2016
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Após dois anos com rombos nas finanças, o São Paulo fechou o ano de 2016 com superávit de R$ 1 milhão. A informação é do diretor financeiro do clube, Adilson Alves Martins. Isso foi possível com aumento de receita e redução de despesa. Há uma melhora financeira do clube, mas a situação ainda não está resolvida visto que foi necessário recorrer a empréstimos no final de 2016.

Nos anos de 2014 e 2015, o São Paulo acumulou déficit de R$ 180 milhões. Com isso, houve um inchaço da dívida que atingiu R$ 359 milhões no final do ano passado. Durante 2016, a diretoria tentou reduzir esse passivo, usando o aumento de renda.

No total, o clube teve uma receita de R$ 380 milhões ao final de 2016. Desse valor, R$ 105 milhões foram obtidos com a negociação de jogadores, quatro vezes mais do que o previsto inicialmente. Negociações como as de Ganso e Allan Kardec fizeram a diferença. Uma renda líquida de R$ 22 milhões na Libertadores ainda turbinou os cofres. Ainda assim, a receita está abaixo de Palmeiras e Corinthians em 2016.

“Esse é o principal conceito (aumentar receita e reduzir despesa). Se queremos fazer uma gestão para melhorar o clube, não tem como ter déficits como os de 2014 e 2015. Conseguimos ter um superávit esse ano (2016) e vamos prever um déficit de R$ 4 milhões para 2017”, contou Adilson.

“É uma ideia que mantenha a mesma linha. Até para termos cuidado e ninguém se acomodar e achar que estamos resgatados. Nós previmos R$ 10 milhões de déficit esse ano (2016) e fechamos com superávit.”

Ainda assim, no final do ano, a atual diretoria tentou aprovar um novo contrato de televisão com a Globo pelo Brasileiro para receber luvas antecipadas. O Conselho Deliberativo rejeitou alegando que comprometeria o futuro. Os dirigentes, então, tiveram de adotar outra solução para pagar as contas de 2016.

“O objetivo era pagar dívidas antecipadas. Então, fizemos uma solução com mix. Fizemos um novo empréstimo e ao mesmo tempo jogamos uma parte da dívida para depois”, contou Adilson.

Segundo ele, em 2016, a dívida bancária ficou em R$ 145 milhões. Ou seja, inferior aos R$ 170 milhões do final de 2015, mas acima do meio do ano, justamente pelo novo empréstimo. Adilson estimou que o clube economizou R$ 20 milhões de pagamento em juros.


CBF tem queda em ganho de patrocínio, mas mantém receita acima de R$ 500 mi
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Com a crise e os escândalos de corrupção, a CBF teve queda do valor arrecadado com o patrocínio, mas manteve a sua renda total acima de R$ 500 milhões em 2015.  Houve ainda um crescimento de ganhos com variação cambial pelos contratos em dólares. Os números constam do balanço da confederação que foi passado às federações e não pôde ser votado nesta segunda-feira por conta de suspensão judicial.

Entregue às federações, o documento referente a 2015 mostra uma receita de R$ 518,9 milhões, a maior entre todas as entidades de esporte do Brasil considerando clubes e o COB. Esse valor é levemente inferior aos R$ 519,1 milhões obtidos pela CBF em 2014.

Considerada ainda as receitas financeiras, o que inclui ganhos altíssimos com variação cambial, o valor da receita se eleva a R$ 584 milhões, superior a 2014 em que houve R$ 540 milhões.

O maior motivo para isso foi a queda no valor obtido com patrocínio, de R$ 359,4 milhões para R$ 339,6 milhões. A CBF perdeu o patrocínio da Unimed, P & G, Sadia e Michelin.  Ou seja, a confederação ganhou R$ 20 milhões a menos. Esse impacto será maior em 2016 quando estes patrocínios não serão pagos no ano inteiro. Para compensar, houve um aumento da receita com direitos de transmissão, que saltou de R$ 97,7 milhões para R$ 112,5 milhões.

Nas despesas, houve significativa redução de despesas administrativas de R$ 167 milhões para R$ 119 milhões.  No relatório, a CBF afirma ter aumentado seu custo com futebol que teoricamente teria superado as despesas operacionais: R$ 226 milhões contra R$ 196 milhões.

Só que, entre os custos do futebol, está a contribuição ao fomento do futebol nos Estados e competições que inclui mesada para as federações. Essa subiu de R$ 50 mil para R$ 75 mil por mês. Houve de fato uma redução das despesas administrativas, nunca explicadas pela CBF, de R$ 167 milhões para R$ 119 milhões. Mas isso significa que a entidade ainda gasta R$ 100 milhões em itens desconhecidos.

Como resultado, a CBF obteve um superávit de R$ 72 milhões em 2015, bem superior aos R$ 51 milhões obtidos em 2014. As contas ainda não foram aprovadas por conta da liminar conseguida pelo presidente da Federação Catarinense, Delfim Peixoto, que alega não ter tido acesso aos documentos contábeis da entidade. A diretoria da CBF questiona essa acusação do dirigente.


Quase na Libertadores, Grêmio tem buraco nas finanças em 2015
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Terceiro colocado no Brasileiro, e quase classificado à Libertadores, o Grêmio sofre com um desequilíbrio financeiro que deixa um buraco nos cofres do clube em 2015. A verdade é que o clube gastou mais do que tinha para atingir os resultados na temporada. A diretoria diz que está próxima de acertar as contas tricolores.

Até setembro de 2015, o Grêmio teve uma despesa de R$ 176,4 milhões com o futebol, diante de uma receita de R$ 164,4 milhões. Gastos com pessoal no futebol, contratações e indenizações ultrapassaram o previsto no orçamento. Somados à dívida anterior, e a outros fatores contábeis, o déficit chega a R$ 63,7 milhões.

“São duas situações. Uma é a questão residual (da gestão passada) que estamos resolvendo durante o ano. Não conseguimos eliminar isso de uma hora para a outra. Mas, a partir de agosto e setembro, já estamos operando em superávit”, afirmou o presidente do Grêmio, Romildo Bolzan Jr.

Ele cita, por exemplo, os processos de rescisão de jogadores como Kléber, e dos técnicos Vanderlei Luxemburgo e Luiz Felipe Scolari. Sendo que o último foi demitido justamente para a chegada de Roger Machado, que impulsionou a campanha gremista. Só em indenizações o clube gastou R$ 16,8 milhões, o quádruplo do previsto no orçamento.

“Agora nossa folha é de R$ 5,2 milhões, bem mais baixa do que anteriormente. É um processo ano a ano”, contou Bolzan. Contando o ano inteiro, o clube também gastou mais do que previsto em salários. “Não podíamos perder nossa capacidade competitiva. Fizemos um esforço danado para isso.”

Bolzan vê com otimismo o futuro das finanças gremistas. Lembrou que a adesão ao Profut deve reduzir em  R$ 41 milhões a dívida, e que o clube já conseguiu tornar positivo o seu Ebitida (índice que avalia o lucro antes de impostos, serviços da dívida e amortizações). Com a folha já reduzida, espera estancar o aumento do débito gremista, uma tônica na gestão Fabio Koff.


Após anos atrás, Palmeiras supera renda do Corinthians em R$ 42 mi em 2015
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O Palmeiras supera o Corinthians em arrecadação no ano de 2015 após vários anos atrás. Até agosto desta temporada, o clube alviverde soma R$ 42 milhões a mais em receita do que o rival, e certamente fechará o ano à frente. A bilheteria é a principal responsável pela diferença já que os corintianos não têm acesso à renda de seus jogos pelo modelo de exploração do estádio.

Em oito meses, o Palmeiras obteve R$ 243 milhões. No mesmo período, o Corinthians ficou com R$ 201,6 milhões – sua venda de ingressos gerou cerca de R$ 60 milhões destinados ao pagamento do fundo da sua arena.

A reação palmeirense deve-se a alguns fatores, sendo o principal deles o Allianz Parque. A renda de bilheteria foi similar a corintiana, ficando em cerca de R$ 60 milhões até agora. O sócio-torcedor, vinculado à arena, também explodiu. Mais, o clube fechou patrocínios em toda a sua camisa que já geraram R$ 50 milhões.

Pela média de arrecadação, o Palmeiras completaria o ano na casa dos R$ 360 milhões. Mas, na diretoria do clube, há a certeza só de ultrapassar R$ 300 milhões já que a bilheteria cai em  dezembro. O número final depende de alguns fatores como a final da Copa do Brasil, que pode representar R$ 10 milhões.

De qualquer maneira, o valor é bem superior aos R$ 267 milhões do ano passado, considerado o montante corrigido pela inflação. E o clube tem operado em superávit de R$ 5,7 milhões até agosto já que as despesas com o futebol subiram, mas não acima do que se podia pagar.

No Corinthians, houve uma melhora nas contas, embora a situação ainda seja complicada. Considerada a correção pela inflação do valor do ano passado, a arrecadação cresceu R$ 16 milhões para atingir os R$ 201 milhões. O dinheiro da bilheteria certamente faz falta.

“Teríamos um impacto de R$ 30 milhões a mais líquido com a bilheteria porque 50% do que se arrecada fica para as despesas de jogo ou da manutenção do estádio”, explicou o vice de Finanças do Corinthians, Emerson Piovezan. “Nosso objetivo é fechar perto da casa dos R$ 300 milhões.”

Sem o estádio, a televisão teve o maior impacto na receita corintiana com R$ 97 milhões. Já o patrocínio ficou em R$ 47 milhões, patamar que deve superar o Palmeiras considerado o ano inteiro. Ainda assim, o clube ainda tem um déficit de R$ 30,5 milhões até agosto de 2015. Um buraco menor do que o do ano passado, que atingiu mais de R$ 100 milhões, mas ainda significativo.

“Temos que trabalhar para reduzir mais despesas para o próximo ano, e aumentar a receita com novos patrocínio. O objetivo é o equilíbrio das contas”, contou Piovezan.


Corinthians tem situação financeira pior do que na gestão Dualib
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Junior Lago/UOL
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Após sete anos e meio de gestão de Andrés Sanchez e seus aliados, o Corinthians tem uma situação financeira pior do que na época em que o ex-presidente Alberto Dualib renunciou à presidência. Quem afirma é o diretor de finanças do clube, Emerson Piovezan, que também atuava naquela administração. Os números comprovam o que ele diz: a dívida dobrou no período.

O problema financeiro corintiano ficou mais claro agora que o presidente Roberto de Andrade reconheceu que não poderá renovar com o principal jogador do time Paolo Guerrero. Outros atletas como Emerson Sheik também sairão do clube. Não é à toa.

“Acho que a situação é pior (comparado com Dualib) porque naquela época você tinha dinheiro em caixa e tinha todos os recebíveis de venda de jogador e de receitas de televisão. Você tinha encargos, mas tinha caixa. Agora a situação está um pouco mais difícil”, contou Piovezan.

A dívida corintiana dobrou na administração de Andrés e seu aliado Mario Gobbi: saltou de R$ 153 milhões (valor corrigido pela inflação), em outubro de 2007, para R$ 313,5 milhões ao final de 2014. Esse crescimento deu-se, principalmente, em débitos tributários porque Andrés não pagou impostos: representam mais da metade do passivo. Antes eram R$ 60 milhões.

Houve um crescimento considerável de receita. Incluídas vendas de jogador, esse aumento foi de apenas 25% – lembre-se: o clube ganhou bastante com Willian em 2007. Excluídas as negociações, o salto foi de 150% ao atingir os R$ 258 milhões de 2014.

A questão é que, além da falta de pagamento de impostos, houve um aumento considerável de despesas. Em 2014, o futebol consumiu 92% das rendas. Em 2007, eram 85%. Entre 2008 e 2012, o percentual era mais baixo em torno de 70%.

Como diretor de futebol, o atual presidente Roberto Andrade ajudou a inflar esses gastos. Por isso, o futebol teve que cortar despesas de forma drástica já que boa parte das receitas de 2015 e 2016 estão comprometidas por antecipações feitas no ano passado.

“O que temos que fazer é equilibrar a situação de recebíveis do clube com as despesas. Quero fazer isso até o final do ano. Acho que só teremos um alívio em 2017. Pelo menos até o primeiro trimestre de 2016 será muito difícil”, contou Piovezan.

Quando assumiu o clube em 2007, Andrés prometeu um plano de recuperação do clube. Passados sete anos e meio, melhorou a infraestrutura com o CT, e com a Arena Corinthians (essa ainda precisa ser paga), e houve títulos importantes. Mas ele e seus aliados deterioraram as finanças corintianas em relação àquele período.

 Após a publicação do post, Andrés Sanchez enviou uma nota por meio de sua assessoria. Aí está abaixo:

“Deixei de ser presidente do Sport Club Corinthians Paulista no ano de 2012, não sou responsável pelas finanças do clube desde minha saída, somente faço parte do grupo que preside o Corinthians. Convido vocês a consultarem o balanço das contas do clube, no período em que fui presidente, que está disponível no site do clube.”

 


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