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Retorno de Copa Intercontinental avança, e Mundial da Fifa vive incerteza
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A Conmebol e a UEFA avançam na discussão da volta da Copa Intercontinetal, conhecida como Mundial interclubes. Ao mesmo tempo, o Mundial de clubes da Fifa está em questionamento e a tendência é que ou mude bastante seu formato ou acabe. Isso vai se definir nos próximos dois anos.

O presidente da Fifa, Gianni Infantino, entende que o modelo atual para o Mundial de clubes não é bem-sucedido. Sua intenção é fazer uma modificação. Mas há contrato até 2018 para a realização da competição nos Emirados Árabes. Depois, é um incógnita.

Em paralelo, a Conmebol e a Uefa avançam na discussão da volta da Copa Intercontinental em jogo entre os campeões dos dois continentes. Seria o mesmo formato da competição disputada por 43 edições que terminou em 2004.

É importante lembrar que o Intercontinental sempre foi organizado pela UEFA e pela Conmebol, sem participação da Fifa o que já gerou disputas políticas. Foi de fato o Mundial de clubes por mais de quatro décadas até as duas entidades fazerem um acordo para substitui-lo pelo Mundial da Fifa.

As duas competições só foram disputadas simultâneas em 2000. Por isso, há uma discussão se a volta da Intercontinental implicará no final do Mundial de Clubes. Não é certo qual será o formato final, mas é certeza de que o destino de uma competição está atrelado ao outro. E o futuro será definido nos próximos dois anos.


CBF cogita candidatura ao Mundial de Clubes para 2017
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( Para seguir o blog no Twitter: @_rodrigomattos_)

Ainda de forma tímida, a CBF cogita uma candidatura para sede do Mundial de Clubes nos anos de 2017 e 2018.  Há interesse da entidade em receber a competição, mas isso só ocorreria de houvesse patrocinadores que bancassem o evento.

A Fifa passou a organizar o Mundial de Clubes em definitivo a partir de 2005. Desde então, a maior parte das edições tem sido feita no Japão, onde a Dentsu atua para bancar a competição. Mas há um processo de candidatura, como nas Copas, embora de forma bem menos complexa.

Para que o Brasil configurasse uma candidatura, seria necessário que a CBF e o governo brasileiro apoiassem a ideia. E também seria necessário um patrocinador forte que topasse bancar os custos.

Em 2014, o Marrocos será a sede do Mundial. Para 2015 e 2016, o único candidato é o Japão. As inscrições acabam no final de março. Houve uma reunião nesta terça do comitê de organização da competição, mas não há novidades em termos de organização do evento.

O país-sede tem direito a incluir o seu campeão nacional no Mundial. Foi o que ocorreu com o Corinthians, em 2000, e voltaria a acontecer em eventuais edições no país.

Isso aumentaria consideravelmente a possibilidade de um time brasileiro voltar a ganhar o Mundial, pois poderiam haver dois representantes em caso de conquista da Libetadores. O último título foi do Corinthians, em 2012.


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